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Anunciar em bares

Atualizado em 2026-08-21Leitura de 4 min

O que se compra ao anunciar em um circuito de bares, quais são os formatos, qual é o volume mínimo real e para que tipo de marca isso não funciona.

Anunciar em bar não é alugar uma tela. É entrar num circuito: um conjunto de casas que exibem a mesma campanha, no mesmo período, nos horários em que estão cheias. Esta página explica o que exatamente se compra, o que dá para fazer com isso e — a parte que quase ninguém escreve — para quem não vale.

O que você compra

Três coisas, e nenhuma delas é o equipamento.

Tempo de permanência. A peça roda durante a transmissão, e uma partida dura 90 minutos — mais o pré-jogo, o intervalo e o que vem depois do apito. O público senta, pede a primeira rodada e fica. A marca não é vista uma vez: ela convive com a mesa a noite inteira. É a diferença entre mídia de passagem e mídia de permanência, e é o que muda o tipo de mensagem que faz sentido.

Cobertura. 36 casas em 6 estados — SP, RJ, BA, CE, PE e GO. São casas selecionadas por porte e por movimento em noite de jogo, não rede de conveniência — é a curadoria do inventário que define o público. A lista nomeada das casas do seu pacote sai na proposta, com cidade.

Calendário que não fecha. Não é ação de Copa que acaba em julho. Brasileirão, Libertadores, Copa do Brasil, Sul-Americana, Champions, Premier League, LaLiga, Serie A — quando um campeonato termina, outro já está na rodada seguinte, e a casa enche na mesma noite da semana.

Os quatro formatos

Podem rodar juntos na mesma casa. Só o primeiro entra na tabela de preços; os outros três são contratados à parte.

Formato Onde aparece O que ele faz
Anúncio de 12s telão LED, 3 loopings de 45 min por dia nos horários de pico o formato principal, e o único precificado em tabela
Faixa estática fixa ancorada na base do telão fica no enquadramento das fotos que o público tira do jogo
Editorias assinadas blocos de conteúdo esportivo com a marca atenção voluntária, não interrupção comercial
Bolachas de chopp na mesa, embaixo do copo o único formato que o público pega na mão

A faixa e as bolachas têm produção física orçada à parte — o preço de mídia não cobre a fabricação delas.

O piso é 10 casas

Vale dizer isso cedo, porque define quem pode e quem não pode: a contratação mínima é de 10 bares, em veiculação mensal. Não existe comprar uma casa, nem comprar uma semana.

O valor por casa cai conforme o volume — quanto mais casas, menor o unitário — e a estrutura completa das faixas está na tabela de preços. Há ainda um custo de checking de R$ 150 por bar contratado, e o preço de mídia já embute 10% de custos de produção do material de veiculação.

Exclusividade é limitada, e isso corta dos dois lados

O circuito aceita no máximo 10 anunciantes por vez. A partir de 20 bares, a exclusividade passa a ser por segmento: enquanto sua campanha roda, o concorrente direto não entra.

O outro lado da mesma regra: se o seu segmento já está ocupado, você espera. Vale perguntar a disponibilidade do seu setor antes de montar a campanha, não depois.

Para quem isto não funciona

Esta é a seção que decide, e ela é curta de propósito.

Como contratar, e o que exigir

O processo é: escolher o volume, conferir a lista de casas disponíveis no período, fechar a proposta por escrito. Independentemente de com quem você contrate — aqui ou em qualquer circuito — vale exigir quatro coisas no papel:

  1. As casas nomeadas, com cidade, e a regra do que acontece se alguma sair do circuito no meio do período.
  2. A frequência, em número de exibições e em que horários.
  3. A comprovação de veiculação — como o relatório é entregue e o que ele mostra.
  4. O prazo de troca de material. Aqui são até 2 trocas por campanha sem custo; em outros lugares pode ser cobrado.

Sobre a lista de casas: ela varia por período e por praça, e a composição pode mudar. Peça a lista do período que você vai contratar, não a lista institucional.

Se a sua marca é de bebida alcoólica

Boa parte dos anunciantes naturais de bar é de cerveja e destilado, e a publicidade de bebida alcoólica no Brasil segue regra própria do CONAR. Ambiente de bar não é exceção: a peça passa pela mesma revisão que passaria em qualquer outra mídia. Vale resolver isso antes de produzir, não depois de aprovar a veiculação.

Onde continuar

Se o que você quer entender é a categoria em si — como a mídia indoor em bar se compara com elevador, supermercado ou rua — a página de mídia indoor em bares e restaurantes trata disso.

Quer sua marca no circuito?

36 casas em 6 estados. Mande seus dados e recebe a proposta com a tabela por faixa de volume.

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